terça-feira, 18 de setembro de 2018

De que lado você está?



De que lado estou? Do lado em que nenhum político está ou jamais esteve, ao lado do Brasil. Particularmente, me incomoda a forma de como algumas pessoas bestialmente entram em conflito por causa deste ou daquele político, adotando no que lhe concerne políticos desonestos, aponto de desenvolver uma estima tão grande que são incapazes de enxergar a verdadeira face de quem eles tanto idolatram.
O Brasil da ordem e do progresso não existe mais, não nessa época atual, quando o que se vê no âmbito político contradiz a tudo que o brasileiro sempre aspirou. Ao contrário, vivemos em um Brasil totalmente diferente dos nossos sonhos, um país envenenado pela corrupção, mal este, cada vez mais entranhado em nossa sociedade.
Deste modo, fica impossível dá credibilidade as promessas feitas e, quando elas ganham notoriedade entre um debate e outro, no final resta sempre a dúvida: será que de fato eles(os políticos) estão ao lado do Brasil?
Rosa J. Pereira

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Mente ocupada

As ocupações das escolas pode até fazer sentido para alguns, digamos por assim dizer, idealista com causa. Mas a maioria ainda deseja estar dentro das escolas, ocupando a mente com conhecimento.

Conhecimento é tudo, e privar a sociedade desse direito é burrice. 

terça-feira, 25 de outubro de 2016

A lei dos homens

PENA DE MORTE

Pensar na pena de morte como um ato de justiça é como contrariar tudo que me ensinaram até hoje, quando me diziam que matar é o pior de todos os pecados. Cresci ouvindo isso!
No entanto, a sociedade tem ignorado o real valor que a vida representa, e criado leis que viola o direito à vida. Diversos países aderiram a essas leis, e todos os dias tem condenado à morte: Homens, mulheres e até crianças. Vidas sujeitas a um sistema de leis que muitas vezes falha no seu julgamento.
E muitas delas, vidas inocentes.
No meu ponto de vista, todo ser humano tem o direito de viver. E, embora a sociedade induza o contrário com suas leis distorcidas, não cabe a ela nem a ninguém o direito de decidir quem vive ou morre. Mas sim, DEUS, e exclusivamente ele tem esse direito.
De modo algum estou protegendo bandido ou fazendo apologia ao crime. Ao contrário, sou contra todo tipo de violência e a favor da justiça. Seja qual for o delito que o criminoso tenha cometido, merece sim punição. Porém, a execução não é a melhor forma de se fazer justiça. E, é fácil entender o porquê, VIDA POR OUTRA VIDA, que justiça se fez?
Provavelmente, alguns dirão: Pensar assim é fácil quando não se viveu e sentiu a perda de um ente querido para a violência. Realmente não é meu caso, tive algumas perdas, mais de forma natural. Contudo, isso não significa que eu não entendo a dor das famílias. Entendo, sim!
Entretanto, existe um outro lado da história, o da família do condenado. Que tal nos colocarmos no lugar deles, e se fosse um irmão, pai ou um filho seu que estivesse no corredor da morte; a menos que seus parentes não demonstrem amor, carinho ou algo parecido, o sentimento de perda será o mesmo.
Diante de tudo que foi colocado aqui, fica claro qual minha posição com relação ao assunto em questão. Lógico, que a maioria não compartilha do mesmo sentimento. E, estão no seu direito de pensar como bem entender. Mas tudo bem.  Pelo menos eu tenho uma opinião e a liberdade de expor-lá como achar melhor. 
Analisando humanitariamente, a verdade, é que não existe justiça na Pena de Morte.

Cotas. Contra ou a favor?

Cotas Raciais — Imagina-se dessa forma que as diferenças raciais tenham finalmente chegado ao fim, acabado. Um sonho idealizado por heróis do passado como Martin Luther King, que lutou contra o preconceito e a discriminação e sofreu por isso. Como também Nelson Mandela, que assim como King sofreu e, sobreviveu os horrores da Apartheid. Eram dois idealizadores que tinha o mesmo sonho e jamais desistiram dele: “A liberdade”.
A liberdade de ser o que se é e ter seus direitos civis reconhecidos, não por serem negros. Mas, sim, por serem humanos. No entanto, concordar com o sistema de cotas, na minha opinião, é um erro; um contrassenso aos verdadeiros ideais de liberdade. Se Martin Luther King e Mandela estivessem vivos, será que seus ideais de liberdade incluía ser favorecido pela cor da pele ou raça? Vale ressaltar que ambos lutavam contra a segregação racial e pela paz. Tinha como objetivo principal, o sonho que todos pudessem conviver juntos em harmonia. 
Entendo que, no passado, muita gente sofreu por causa dessa idiotice de discriminação. Hoje, infelizmente ainda sofre. Mas, vale ressaltar, que minha contradição não tem nada a ver com a cor ou raça de ninguém. Ao contrário, a meu ver, jamais deveríamos julgar uma pessoa baseada na cor da sua pele, mas no seu caráter. Particularmente não gosto de usar o termo “Raça”. Pois, no meu ponto de vista, essa é a palavra mais racista que existe no vocabulário. No entanto, definir vagas em universidades ou em qualquer outro lugar baseado na cor, ou raça de uma pessoa, parece meio que injusto. Essa ideia de favorecimento a determinados grupos de pessoas, demonstra que o sistema é injusto, além de tudo racista.
Não acredito que leis como essa possam ser a solução da desigualdade que assola o país. Infelizmente, o maior problema da desigualdade está na educação ou na falta dela. E o governo displicente fecha os olhos para tudo isso. A outra parte, está na consciência de cada um, na sua forma de pensar e agir com relação ao próximo. Como bem disse King em seu famoso discurso: “quando pararmos de julgar as pessoas pela sua aparência e começarmos a julgá-los pelo seu caráter, enxergaremos todos como iguais”. Neste dia, o mundo com certeza tornar-se a mais justo e as pessoas mais humanas. Acredito nisso!

Enfim, esta polêmica vai se estender ainda por muito tempo, e certamente, gerar conflitos tanto para negros como para brancos, sem distinção de cor.